COM FOCO NAS CLASSES C E D, HINODE JÁ INCOMODA A CONCORRÊNCIA.
É isso mesmo, uma Empresa familiar, criada na garagem há quase 30 anos na zona norte de São Paulo, viu receita sua crescer de forma sustentável nos três últimos anos e fechou 2017 com R$ 2,6 bilhões; o presidente credita ‘salto’ ao marketing multinível. conheça os novos produtos hinode, http://bit.ly/2vsHuH
Foi aqui mesmo na zona sul de São Paulo, que a marca de cosméticos Hinode empreendeu um impressionante processo de expansão de números: desde 2014, em meio à maior crise econômica do País, a empresa viu tanto seu faturamento quanto o total de revendedores subir na casa de 1.400% – cerca de 15 vezes. Apostando no poder das classes C e D, a Hinode fechou 2017 com 750 mil consultores aproximadamente, com receita de R$ 2,6 bilhões. De uma empresa desconhecida, passou a séria ameaça a gigantes da venda direta.
A hinode (que significa sol nascente, em JAPONÉS) prosperou nos primeiros anos, mas logo estacionou em patamar modesto, com faturamento de R$ 8 milhões ao ano -suficiente para dar conforto a Família, mas muito pouco para tornar a marca sucesso. O caminho escolhido para o “salto” do negócio foi o marketing multinível, em que revendedores são remunerados não só pelas próprias vendas.
Fundadores da empresa Francisco e Adelaide e com a família toda com os irmãos Crisciane, Alesandro (mais alto na foto) e Leandro.
Demorou 19 anos para que a ideia fosse concretizada: a primeira inspiração de Sandro rodrigues (diretor)
veio após uma reunião com uma empresa americana – que usa esse mesmo conceito – em 1991, mas a implantação na Hinode só ocorreu em 2008. Apesar da certeza do caminho, ele se revelou árduo: a receita logo caiu 90%. Nos três anos seguintes, a família foi obrigada a vender bens para sustentar a empreitada. “Tive de reunir os diretores numa sala e pedir para eles reduzirem o salário pela metade.”
veio após uma reunião com uma empresa americana – que usa esse mesmo conceito – em 1991, mas a implantação na Hinode só ocorreu em 2008. Apesar da certeza do caminho, ele se revelou árduo: a receita logo caiu 90%. Nos três anos seguintes, a família foi obrigada a vender bens para sustentar a empreitada. “Tive de reunir os diretores numa sala e pedir para eles reduzirem o salário pela metade.”
Em 2012, quando a empresa só tinha caixa para sobreviver por três meses, Sandro se deu conta do problema durante uma reunião: os antigos vendedores não tinham o perfil para o modelo multinível, que exigia líderes de equipes. Foi aí, segundo ele, que a sorte da Hinode começou a virar. SAIBA MAIS EM: http://WWW.CIBRAM7.BLOGSPOT.COM.BR



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